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Angelica Baggio
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Angelica Baggio
Artigo ·
há 11 anos
Aborto clandestino, corrupção e impunidade
Sempre me intrigou que representantes do governo brandissem elevados números de aborto clandestino no Brasil como argumento para a sua legalização. Em primeiro lugar, pela impossibilidade de se obter...
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Angelica Baggio
Artigo ·
há 11 anos
Manifesto contra a descriminalização do aborto
Em resposta aos atentados que se têm visto contra a dignidade humana – princípio máximo de um Estado Democrático de Direito – valho-me da prerrogativa que esta democracia me confere de intervir e...
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Comentários
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Angelica Baggio
Comentário ·
há 6 anos
7 situações absurdas impostas às mulheres no Código Civil de 1916
Bianca Ragasini
·
há 6 anos
@cassianopastori
você me representa!!
Assino embaixo de suas palavras.
Infelizmente a maioria é levada pelas propagandas, e não possuem opinião própria, mas simplesmente repetem o que ouviram falar, e se iludem pensando que seus pensamentos são próprios.
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Angelica Baggio
Comentário ·
há 11 anos
Escapando da Realidade com a Tv Globo do Brasil
Caio Targino Brasileiro
·
há 11 anos
Gostei muito texto e concordo. Só faltou destacar que a TV Globo por meio de suas novelas e demais programas, deseduca a população, estimulando vários tipos de pecado: adultério, prostituição, aborto, uso de drogas, desrespeito entre pais e filhos, homossexualidade, e agora até relacionamentos múltiplos entre 3 pessoas ou mais...
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Angelica Baggio
Comentário ·
há 11 anos
A “safada” que “abandonou” seu bebê
Camila Vaz
·
há 11 anos
Concordo com a autora, que não devemos julgar a mulher por esse ato desesperado. Simplesmente porque não devemos julgar ninguém, e porque a Sandra é uma guerreira. Ela teria todos os motivos para matar seu filho ou abortar como as feministas defendem, entretanto, apesar de todas as adversidades, ela não fez essa opção. Pelo contrário, deu ao seu filho a oportunidade de vir ao mundo, a oportunidade de nascer... Mesmo que seja para ser adotado. infelizmente, por desconhecimento talvez, não escolheu o meio mais adequado de entregá-lo para adoção, mas escolheu o meio que lhe pareceu mais viável.
A mulher tem direito sobre o seu corpo e ponto final.
O problema é que quando ela engravida, se trata de um outro corpo que tem os mesmos direitos que ela!
E esse caso, é um exemplo de como existem opções ao aborto, opções pela vida. Claro, que devemos invés de gastar tanta energia em prol do aborto, nos mobilizarmos para buscar alternativa opcionais ao aborto.
A vida muda, nossas emoções mudam, nossa situação financeira muda, tudo muda!!!
Na vida, diz o ditado popular, só não tem jeito para a morte. E aborto é justamente a morte! Morte de um filho indefeso assassinado por sua mãe.
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Recomendações
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Romero Gonzaga
Comentário ·
há 11 anos
O aborto e o direito à livre escolha da mulher
Canal Ciências Criminais
·
há 11 anos
Muitos de nós estamos aqui contra a vontade dos nossos pais. Mas teve uma mulher corajosa que contra muitas dificuldades nos deu o direito à vida. À essa pode-se chamar mãe!
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Laryssa Costa
Comentário ·
há 11 anos
O aborto e o direito à livre escolha da mulher
Canal Ciências Criminais
·
há 11 anos
Há muitos meios capazes de prevenir uma gravidez indesejada. A mulher tem direito sobre seu corpo, considerando que não se pune suicídio ou auto lesão. Por outro lado, ao falar do aborto, fala-se de uma VIDA.
No que diz respeito ao aborto decorrente de estupro, acho super válido o posicionamento de CUNHA, pois tenho conhecimento, de situações em que a mulher alega ter sido estuprada para conseguir fazer um aborto, quando na verdade não foi vítima de crime algum.
E quando vítima de um estupro, por quê não tomar as atitudes possíveis (pílula do dia seguinte, por exemplo), ao invés de esperar descobrir uma gravidez justificando um crime com outro?
Por que não prevenir, ao invés de matar um ser inocente? Por que desvalorizam tanto a vida do feto?
Não visualizar seu sofrimento não o faz inferior a nenhum de nós.
E o mais interessante é que todos os defensores do aborto já nasceram!
PACIÊNCIA!!!
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Thiago Araújo
Comentário ·
há 11 anos
Rio registra primeira união estável realizada entre três mulheres
Camila Vaz
·
há 11 anos
Há um problema quanto a questão do núcleo familiar, que, ao menos no direito brasileiro, é monogâmico. Por questão de isonomia, no casamento só se admite a união entre dois, por que em uniões estáveis poderá haver ausência deste limite?
Nesta mesma matéria, um professor da USP comentou que a escritura é nula, pelo argumento que citei acima. Concordo com ele.
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